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Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e percebia que as abóboras estavam todas desarrumadas. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e tudo se desarrumava de novo.

Então ele começou a ficar desanimado e pensou: “Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!” Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.

Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do objetivo aonde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.

 

Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para avaliar os problemas e dificuldades, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas.

 

E você já definiu as metas para 2012? Já verificou como se comportou os resultados de 2011?

 

Estaremos realizando a distância o treinamento de Planejamento Estratégico nos dias 09, 16, 23 e 30/11/2011. Se você precisa de conhecimentos para apimentar o Planejamento Estratégico da sua empresa ou de onde você trabalha e se destacar dos demais, esse treinamento foi feito para você!

 

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Segue algumas dicas:

Os indicadores são definidos com base em 10 simples passos, que irão caracterizar sua eficiência. Cada um dos passos para definição é uma mini análise crítica, sendo assim, pode haver casos que o indicador proposto pode esbarrar numa das etapas, isso é até normal. Mas, se ele esbarrar em 2 ou mais, cuidado, esse pode ser um pseudo indicador.


Objetivo

Objetivo: esse primeiro passo define “o que” se pretende medir com o indicador, “o que” se espera dele.

O item de Produtividade: seu objetivo de medir a eficiência da produção, de acordo com os recursos utilizados (mão-de-obra, maquinas….)

Justificativa

Justificativa: nessa etapa, iremos definir o “porquê” devemos usar o indicador, qual o uso real dos resultados e avaliação, qual(is) o(s)  plano(s) será(ão) colocado(s) em prática a partir do desempenho alcançado.

O item de Produtividade: sua justificativa é ter essas informações para poder buscar uma melhoria na performance produtiva.

Ambiente

Ambiente: todo indicador está inserido em um ambiente, portanto, é importante identificarmos a qual dos ambientes da empresa ele pertence. Por exemplo, pode ser do ambiente financeiro, processos internos, clientes, etc.

Meta

Meta: a meta é o índice de resultado que se espera alcançar com o desempenho do processo que está sendo medido. É o desafio a ser alcançado. A definição da meta tem que levar em consideração as condições de ambiente interno e externo atuais para não serem algo inatingível.

     Meta – Padrão natural ou universal: geralmente são índices comuns a todos, são aquelas metas que basicamente toda empresa tem, por exemplo, “zero acidentes de trabalho”.

     Meta – Padrão especificado por cliente: são aqueles em que o cliente é que determina o desempenho, as características de modo que atendam suas especificações. Prazo de entrega,

     Meta – Benchmarking: são utilizados comparativos com padrões de excelência de processos ou desempenho utilizados como índices globais (externos). Podem ser também índices praticados por outros departamentos ou unidades da empresa (internos)., filial em estado diferente que fabricam o mesmo produtos com desempenhos diferentes, quais as melhores praticas?

Método: é o caminho para se chegar a um fim, ditando o modo de agir e proceder, de que forma é calculado o indicador.

Frequência: é o intervalo de tempo entre as medições, ou seja, os períodos que serão utilizados para medir o desempenho do processo, atividade, equipe, etc..

Quem deve medir: geralmente o gestor do processo ou responsável pela coleta e filtragem de dados, mas também colaboradores, quando a medição estiver direto no processo.

Quem utiliza: pessoa, setor/departamento, organização que avalia o desempenho e toma ações para intervir no processo caso seja necessário.

Medidas: as medidas devem ser em unidades fáceis de interpretação é comum a todos. Pode ser usado o S.I. (Sistema Internacional de Medidas), medidas usuais, ou definidas pela empresa, por exemplo, custo de processo, algumas empresas usam uma moeda interna, como EP$ (Esforço Produtivo), sendo a conversão: EP$ 1,00 = R$ 2,00 ou valor estipulado pela empresa.

Interpretação: é necessário que as medições sejam interpretadas, que seus resultados sejam compreendidos de forma que se possam tomar ações para evoluir ou para conter desvios (corretivas).

….Passando pelo crivo dessa pequena análise, o indicador será 100% eficiente quanto à sua proposta, e trata resultados claros, de fácil compreensão, harmonizando com as expectativas da empresa em medir seu desempenho.

Comenta-se que um objetivo definido corretamente é meio caminho alcançado. Esse credo definitivamente também é verdade no contexto de auditoria. Não existe melhor caminho para definir um objetivo do que descrevê-lo em detalhes. Um objetivo pode ser um esboço do que você quer ou, reciprocamente, o que você não quer para realizar como resultado. Usando um exemplo das práticas de gestão de risco, não é importante descrever o que possivelmente pode dar errado, mas qual é o plano B. Em outras palavras, foque nas soluções, não em problemas. Foque nas expectativas, não nas precauções.

 

O poder da palavra - http://melhore.me/artigo/472

  1. Use palavras com conotações positivas - http://melhore.me/artigo/483
  2. Sempre olhe para o lado positivo - http://melhore.me/artigo/489

 

Fonte: revista banas qualidade/Fev de 2011  /  Natalia Scriabina, Romayne Smith Fullerton e Burjor Mehta.

Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Mas como a superfície era muito lisa e ela tinha suas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e se debater e afundou.

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz. Continuou a se debater, a se debater e a se debater por tanto tempo, que, aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu com muito esforço subir e dali alçar vôo para lugar seguro.

Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido ou acidente, novamente caiu no copo. Como já havia aprendido em sua experiência anterior, começou a se debater, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria. Outra mosca, passando por ali, e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:

- Tem um canudo ali, nade até lá e suba por ele. A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso, continuou a se debater e a se debater, até que, exausta, afundou no copo cheio de água.

 

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças de ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados até que afundamos na própria falta de visão? Isso acontece quando não enxergamos, não ouvimos e não entendemos as diferenças sutis em cada situação.

 

Está preparado para fazer mudanças sustentáveis? Envie um e-mail para EuQueroQue@Melhore.me e saiba como fazer isso.